sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Review Grand Theft Auto V
GTA 5 é o novo jogo da premiada série de mundo aberto da Rockstar Games. De volta à cidade de Los Santos, mesma de GTA: San Andreas, e cheio de novidades, o game se firma como um dos melhores de todos os tempos - já que, certamente, é o mais caro da história, com um custo estimado de US$ 266 milhões. Conheça em detalhes o novo jogo da franquia de sucesso mundial, que chega às lojas hoje nos Estados Unidos e na quinta-feira (19) no Brasil - com preço de R$ 199 para PlayStation 3 e Xbox 360.
o rei dos ladrões
Lá se foram mais de seis anos desde o estrondoso lançamento de GTA 4. O jogo foi a estreia da franquia nos consoles da atual geração. E assim como nos outros títulos, a polêmica série
A volta dde games da Rockstar se focou no apelo adulto, violência excessiva e prática de crimes.
Agora, já no fim da geração, Grand Theft Auto V chega ao Xbox 360 e PlayStation 3 abusando das características que fizeram a fama da franquia e, principalmente, adicionando toneladas de novos elementos e conteúdo à consagrada fórmula de sucesso.
Logo nos primeiros minutos os jogadores serão apresentados à principal mudança da mecânica, a inserção de múltiplos protagonistas. Michael, ex-assaltante de bancos, Trevor, psicopata traficante de drogas e Franklin, jovem integrante de uma gangue, se unem na organização e execução de diversos tipos de crimes, nos quais o jogador deve alternar o controle dos personagens.
O triplo ou nada
O mapa mostra as missões de cada um dos protagonistas, que podem chegar ao local usando os mais diversos tipos de transportes disponibilizados no jogo. Nas missões em conjunto, comuns com o progresso do game, basta escolher um dos personagens, trocados usando o d-pad do controle e partir para os objetivos.
Os desafios parecem mais lineares e seguem a trama dos protagonistas, envolvidos com chefões do crime, agentes federais e perigosos traficantes de drogas. Usando as habilidades de cada um dos personagens (Michael é excelente motorista, enquanto Trevor é expert no manuseio de armas), é preciso cooperar para cumprir as missões, que estão mais desafiadoras e complexas.
O jogo ainda guarda espaço para os dramas pessoais dos personagens, que rendem boas histórias e até algumas missões, como a em que Michael sai para dar uma volta de bicicleta com o filho e termina envolvido em uma confusão num barco.
O destaque fica para os roubos a bancos e lojas, que precisam ser planejados com antecedência. Neles, é possível recrutar comparsas (que ficam com parte da grana) e escolher entre diferentes estratégias, que vão de entradas mais discretas até o bom e velho pé-na-porta.
Um dos pontos mais positivos foi a adição de checkpoints durante as missões. A alteração faz a sua estreia em GTA V depois das constantes e insistentes reclamações de jogadores frustrados, que eram forçados a voltar do início dos desafios depois de um erro. Os pontos de salvamento são posicionados de forma aleatória, mas salvam a vida e o tempo dos jogadores.
A sangrenta Los Santos
GTA V é facilmente o mais pesado e polêmico jogo da série. A Rockstar parece ter se preocupado ainda menos em tornar a experiência menos rude, partindo para um rumo ainda mais violento e cru. Tiros na cara, tortura e cenas de sexo direcionam o jogo ainda mais para o público adulto.
A história é ambientada em Los Santos, uma versão fictícia de Los Angeles, que foi palco do bem sucedido GTA: San Andreas, hit da geração passada. Apesar de conservar os mesmo traços e estilo vistos em San Andreas, o mapa foi inteiramente remodelado, sendo o maior já visto em um game da série.
Ruas, edifícios, rodovias, cruzamentos, zona rural, rios, cada parte da cidade foi construída com extremo cuidado e capricho. Em áreas mais ricas é fácil encontrar carros de luxo e pedestres bem vestidos, enquanto as zonas mais modestas são habitadas por veículos mais antigos e até animais cruzando as ruas, novidade na série.
Em alguns momentos é possível até mesmo reconhecer locais que fizeram parte dos outros games, como a famosa Groove Street, região habitada pelo protagonista CJ, em San Andreas.
Os reis do carisma
Os protagonistas podem ser personalizados de diversas formas nos diversos estabelecimentos de GTA V. Camisas, casacos e cortes de cabelo são algumas das opções, que além de cosméticas, fazem parte de algumas das missões do jogo, como em assaltos.
Os pedestres também receberam tratamento especial, ganhando ainda mais carisma e variedade em suas ações e falas. Os personagens enchem as ruas de vida usando roupas e penteados diferentes. Em alguns momentos, é possível até entrar em pequenas missões e ajudá-los, como em um episódio em que uma garota é agredida pelo namorado no meio da rua.
O mapa também está mais detalhado e rico, oferecendo diversas novas lojas e atividades. Além das missões principais e secundárias, também é possível se divertir em corridas de carros, ciclismo, tênis, pilotagem de aviões, yoga e diversas outras opções, que são disponibilizadas com o avanço da campanha.
Mais carros, menos polícia
GTA V também ganhou uma enorme variedade de veículos. Seguindo o padrão dos games da série, tratam-se de claras versões genéricas de grandes carros como Audi, Ferrari e Porsche, que desfilam pelas movimentadas ruas do jogo.
Todos os carros podem ser personalizados no maior estilo Need For Speed: Underground, com a adição de peças, pinturas diferenciadas e troca de rodas. O desempenho dos possantes também é alterado, deixando-os mais rápidos e fácies de controlar.
Os modelos dos veículos estão surpreendentemente bem acabados, cheios de reflexos e detalhes como arranhões, amassados e até partes faltando. Além disso, é fácil perceber que os carros suportam muito mais batidas do que no game anterior, evitando a chata tarefa de ficar trocando de veículo a todo momento.
Outra mudança drástica, porém bem-vinda, foi a diminuição da atividade da polícia do jogo, famosa por incomodar os jogadores por pequenos acidentes durante a campanha. Em GTA V os policiais ainda estão lá, mas costumam aparecer somente em momentos mais sérios, deixando os jogadores um pouco mais relaxados e focados nas missões principais.
Misturando os melhores
Quem também ganhou boas novidades foi a jogabilidade de GTA V, que apesar de tudo manteve sua essência. Os personagens agora se movem mais lentamente, lembrando mais um pedestre comum. As corridas, acionadas pelos botões A ou X (Xbox 360 e PS3, respectivamente), agora são mais duradouras e bem animadas, assim como as animações em geral do jogo.
A Rockstar se apropriou de elementos bem sucedidos de outros games lançados, como a impressionante tecnologia facial de L.A. Noire e o prazeroso sistema de mira de Max Payne 3, que torna o tiroteio muitíssimo mais preciso e divertido. As novidades deixam a experiência muito completa e bem acabada.
As boas mudanças na jogabilidade contam ainda com mudanças no controle dos automóveis, que ficou mais fácil, porém menos real. A direção parece mais rápida e ágil, permitindo curvas fechadas e esquivas de última hora. A diferença entre veículos de grande e pequeno porte também foi acentuada, tanto no peso da direção quanto na vibração do controle, que faz um belo trabalho simulando os desníveis do asfalto.
Choque visual
O visual de Grand Theft Auto V é a prova de que ainda é possível fazer jogos belíssimos baseados no hardware do Xbox 360 e PS3. É impressionante como os consoles com pouquíssima memória RAM e processadores batidos conseguem executar um jogo com tantos elementos vivos na tela, além de carregar texturas e áudio.
Efeitos de iluminação, chuva pesada com direito a poças lamacentas, os incríveis modelos dos personagens, cheios de expressões e novas animações e a inacreditável cidade, construída nos mínimos detalhes, são uma verdadeira obra-prima da história dos videogames.
Infelizmente os sinais da idade dos consoles deixaram a sua marca inconfundível em GTA V. Algumas texturas de baixa resolução, cenários se construindo bem em frente aos personagens e loadings bastante demorados são alguns dos sintomas. Porém, graças à qualidade final do produto, eles passam longe de estragar a experiência.
Som para todos os gostos
O áudio se mantém no padrão de excelência da Rockstar. O game conta com uma dublagem de primeiríssimo nível, trilha sonora com mais de 100 músicas de diversas épocas e as impagáveis rádios, que dão vida ao game com noticiários e programas de auditório, além das últimas de Los Santos, incluindo os crimes cometidos pelo trio.
Os radialistas ainda aproveitam a extensa programação para soltarem ácidas piadas direcionadas a Apple, Facebook, Call of Duty e diversos outros fenômenos da cultura pop, incluindo shows de TV e artistas.
Essa também é a primeira vez que um jogo da série da Rockstar chega totalmente legendado para o português do Brasil. As falas são todas bem traduzidas, emulando o estilo característico de cada um dos personagens, mas não estão livres de pequenos erros e alguns exageros, tanto no estilo quanto no peso das traduções - repletas de palavrões.
Conclusão
GTA 5 chega para assumir o importante posto de um dos melhores jogos da geração. Com enredo de qualidade, jogabilidade afiada e divertida, gráficos impressionantes e opções variadas de diversão, como armas, carros, aeronaves e esportes, o game é praticamente incomparável nos quesitos conteúdo e qualidade. Mais uma prova da excelência da Rockstar, dona de mais um clássico instantâneo.
Qual a primeira coisa que você fará em GTA 5?
Review Assassins Creed 4: Black Flag
Assassin’s Creed 4: Black Flag é o mais recente título de uma das franquias de maior sucesso da atualidade. O game da Ubisoft transporta o jogador para um tema nunca antes abordado pela série: piratas. O jogo está disponível tanto para os consoles da nova geração, Xbox One e PS4 quanto para PlayStation 3, Xbox 360, PC e Wii U. Navegue pelos mares caribenhos e se aventure neste repleto mundo aberto na pele do pirata Edward Kenway. Confira:
Uma vez pirata, sempre pirata
A história da quarta versão do jogo do assassino se passa no ano em que a pirataria estava em seu auge: 1775. Após as guerras entre reinos acabarem, o Corsário Kenway, deixa sua vida nos mares para trabalhar em fazendas e ganhar dinheiro. Infeliz com a vida que escolhera, Edward volta aos mares trabalhando para piratas em um pequeno navio.
Durante uma tempestade, o seu navio é atacado por inimigos, sendo eles liderados por um assassino que teria de eliminar toda a tripulação da embarcação. Depois de sobreviver ao naufrágio e derrotar seu inimigo, Kenway rouba suas roupas e assume sua identidade, a fim de pegar uma recompensa prometida ao assassino pelo governador de Havana. Contudo, ao chegar a seu destino, Edward percebe que uma missão muito maior o aguarda, fazendo-o se aventurar em uma nova vida de crimes.
Bela viagem ao Caribe
A escolha das praias caribenhas e dos vilarejos de Havana como plano de fundo de Assassin’s Creed permitiu aos desenvolvedores abusar dos gráficos nos ambientes do jogo. Luz, sombra e efeitos de partícula estão muito bem trabalhados nesta obra, fazendo os jogadores pararem por alguns segundos simplesmente para apreciar a bela vista que a paisagem oferece.
Uma das modelagens mais difíceis e complicadas de se fazer é a água, onde deve haver sinergia entre luz, profundidade e mecânica a todo momento. Todavia, a Ubisoft Montreal conseguiu ultrapassar este obstáculo com louvor, realizando um trabalho notável ao aprimorar este fator que é imprescindível no tema escolhido do jogo. Embora a textura de pele e equipamentos sejam inferiores ao já apresentados em outros jogos famosos, isso não será incomodo aos jogadores menos exigentes.
Jogabilidade similar aos anteriores
Os controles e comandos em Assassin’s Creed Black Flag sofreram poucas alterações em relação a sua versão anterior. A sincronia de comandos realizados pelo Botão Direto do Mouse, Tecla ‘Espaço’ e Tecla de Ação ‘E’ ( ambas no PC) estão melhor trabalhadas, permitindo a Kenway a criação de belos combos e manobras de combate. Com tutoriais bem elaborados no decorrer da partida, que apresentam os comandos básicos ao jogador, até mesmo os que nunca jogaram Assassin’s Creed levarão apenas alguns minutos até se acostumar com sua jogabilidade inovadora.
O ponto negativo deste tópico é devido aos erros que os jogadores já estavam acostumados a enfrentar desde as versões anteriores do jogo, como saltar para um lugar onde não queria ou escalar erradamente uma parede e demorar em descer. Embora sejam ínfimos estes detalhes, eles se valem importantes quando se está em perseguição ou em fuga dentro do jogo.
Quanto aos combates, podemos esperar a mesma qualidade de sempre. Ao entrar em uma briga, a jogabilidade é alterada para que se encaixe nos padrões da luta, e fazendo uma rápida combinação de teclas, é possível realizar lindos combos, utilizar cenários para atacar e até fazer um inimigo de escudo humano enquanto outro está apontando para Edward para atirar.
Dublagem em português e falta de som ambiente
A trilha sonora de Assassin’s Creed sempre marcou a história da franquia. A bela voz de Madeline Bell deu vida a música tema de todas as versões de Assassin’s Creed. Porém, a música que marcou o início da franquia (e que sofreu leves alterações a cada nova versão) foi substituída em Black Flag. A composição da música ainda está bem trabalhada, assim como sua antecessora, mas alguns jogadores talvez sintam falta de “algo” durante as partidas com a ausência do antigo tema.
Um fator que alegrará muitos fãs da série é a inclusão de Áudios e Textos totalmente em Português Brasileiro, assim como em Assassin’s Creed III. Porém, infelizmente a adaptação para nossa língua nativa não ficou das melhores. A falta de sincronização de falas em alguns momentos poderá causar desconforto aos jogadores, que provavelmente preferirão acompanhar as Legendas e Áudio em Inglês. Outro ponto negativo são os Efeito Sonoros aplicados ao jogo, onde muitas cutscenesapresentam falta deste recurso fundamental, como por exemplo: cenas de bar onde não há vozes de fundo; som de garrafas quebrando ao chão e pisos de madeira que não rangem enquanto são pisados.
Diversão garantida
Na maioria dos jogos de Assassin’s Creed, há missões tutoriais que são cumpridas pelo jogador antes da campanha realmente ser iniciada. Para alguns, as horas de jogo gastas com estas atividades são totalmente desnecessárias e desgastantes, além de não ter grande impacto na campanha ao todo. Se você também tem esse pensamento, temos uma boa notícia: em Black Flag, o jogador é transportado para o meio de um combate entre navios nos primeiros minutos de jogo, onde o capitão Edward Kenway tem seu navio naufragado. Logo após o combate se encerrar, Kenway deve alcançar a praia e caçar um assassino que contém armas e roupas que o ajudarão a chegar em Havana. Tudo isso logo nos primeiros 10 minutos de gameplay.
Além disso, outra característica marcante na franquia é a possibilidade de modificar seu navio instalando armas e defesas nele a fim que fique mais forte. Segundo o próprio Gestor de Conteúdo da Ubisoft, Carsten Myhill, o jogador poderá realizar ações como Atacar Navios, Caçar na Selva e Procurar Tesouros a qualquer momento do jogo, aumentando assim o dinamismo das partidas.
Caso você seja um fã do protagonista Desmond Miles, que teve sua participação encerrada em Assassin’s Creed III, prepare-se para entrar em um clima totalmente diferente desta vez: a Abstergo Industries agora chama-se Abstergo Entertainment e você é o mais novo funcionário desta empresa. A parte ruim neste ponto se deve a utilização da câmera em Primeira Pessoa para o seu personagem, que não possui nome nem rosto. Provavelmente, a escolha por este recurso por parte da Ubisoft seja proporcionar maior imersão no contexto histórico do jogo, como se você mesmo, no papel de jogador fosse um dos descendentes de Edward Kenway. Todavia, à primeira vista essa novidade pode causar estranheza nos gamers, uma vez que os mesmos estavam acostumados a outra mecânica.
Conclusão
Assassin’s Creed 4: Black Flag não lhe desapontará ao lhe oferecer várias horas de entretenimento e diversão. Embora o mercado esteja ficando saturado de novas versões de Assassin’s Creed a cada ano que se passa, as campanhas com embasamentos históricos, munidas de bons gráficos e jogabilidade ainda são bons motivos para adquirir o novo jogo da franquia. O modo multiplayer apresenta falhas por parte dos servidores da Ubisoft e o efeitos sonoros e dublagens não estão em sua perfeita forma. Mas, mesmo assim, o game ainda vale a pena.
Roma
IntroduçãoA história de Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
Origem de Roma: explicação mitológicaOs romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.
Origens de Roma : explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
República Romana (509 a.C. a 27 a.C)Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe.
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).
Formação e Expansão do Império RomanoApós dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo generalAnibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.
Principais imperadores romanos : Augusto (27 a.C. - 14 d.C), Tibério (14-37), Caligula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurelio (161-180), Comodus (180-192).
Luta de gladiadores: pão e circo |
Pão e Circo Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.
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Cultura RomanaA cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
Religião Romana Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.
Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.
Crise e decadência do Império Romano
Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares.
Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares.
Os povos germânicos, tratados como bárbaros pelos romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
Legado Romano
Muitos aspectos culturais, científicos, artísticos e linguísticos romanos chegaram até os dias de hoje, enriquecendo a cultura ocidental. Podemos destacar como exemplos deste legado: o Direito Romano, técnicas de arquitetura, línguas latinas originárias do Latim (Português, Francês, Espanhol e Italiano), técnicas de artes plásticas, filosofia e literatura.
Fonte: http://www.suapesquisa.com
Esparta
Introdução
Esparta foi uma das principais polis (cidades-estado) da Grécia Antiga. Situava-se geograficamente na região sudeste da Península do Peloponeso. Destacou-se no aspecto militar, pois foi fundada pelos dórios.
A cidade de Esparta foi fundada no século IX a.C pelo povo dório que penetrou pela península em busca de terras férteis. Quatro aldeias da região da Lacônia uniram-se para formar a cidade de Esparta. A cidade cresceu nos séculos seguintes e o aumento populacional fez com que os espartanos buscassem a ampliação de seu território através de guerras. No final do século VIII a.C, os espartanos conquistaram toda a planície da Lacônia. Nos anos seguintes, Esparta organizou a formação da Liga do Peloponeso, reunindo o poderio militar de várias polis da região, exceto a rival Argos.
A cidade de Esparta foi fundada no século IX a.C pelo povo dório que penetrou pela península em busca de terras férteis. Quatro aldeias da região da Lacônia uniram-se para formar a cidade de Esparta. A cidade cresceu nos séculos seguintes e o aumento populacional fez com que os espartanos buscassem a ampliação de seu território através de guerras. No final do século VIII a.C, os espartanos conquistaram toda a planície da Lacônia. Nos anos seguintes, Esparta organizou a formação da Liga do Peloponeso, reunindo o poderio militar de várias polis da região, exceto a rival Argos.
O poder militar de Esparta foi extremamente importante nas Guerras Médicas (contra os persas). Uniu-se a Atenas e outras cidades para impedir a invasão do inimigo comum. O exército espartano foi fundamental na defesa terrestre (Atenas fez a defesa marítima) durante as batalhas. Após as Guerras Médicas, a luta pela hegemonia no território grego colocou Atenas e Esparta em posições contrárias. De 431 a 404, ocorreu a Guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta, que foi vencida pelos espartanos.
Sociedade Espartana
Em Esparta a sociedade era estamental, ou seja, dividida em camadas sociais onde havia pouca mobilidade. A sociedade estava composta da seguinte forma:
Esparcíatas: eram os cidadãos de Esparta. Filhos de mães e pais espartanos, haviam recebido a educação espartana. Esta camada social era composta por políticos, integrantes do exército e ricos proprietários de terras. Só os esparcíatas tinham direitos políticos.
Periecos: eram pequenos comerciantes e artesãos. Moravam na periferia da cidade e não possuíam direitos políticos. Não recebiam educação, porém tinham que combater no exército, quando convocados. Eram obrigados a pagar impostos.
Hilotas: levavam uma vida miserável, pois eram obrigados a trabalhar quase de graça nas terras dos esparcíatas. Não tinham direitos políticos e eram alvos de humilhações e massacres. Chegaram a organizar várias revoltas sociais em Esparta, combatidas com extrema violência pelo exército.
Educação Espartana
O princípio da educação espartana era formar bons soldados para abastecer o exército da polis. Com sete anos de idade o menino esparcíata era enviado pelos pais ao exército. Começava a vida de preparação militar com muitos exercícios físicos e treinamento. Com 30 anos ele se tornava um oficial e ganhava os direitos políticos. A menina espartana também passava por treinamento militar e muita atividade física para ficar saudável e gerar filhos fortes para o exército.
Política Espartana
Reis: a cidade era governada por dois reis que possuíam funções militares e religiosas. Tinham vários privilégios.
Assembleia: constituída pelos cidadãos, que se reuniam na Apella (ao ar livre) uma vez por mês para tomar decisões políticas como, por exemplo, aprovação ou rejeição de leis.
Gerúsia: formada por vinte e oito gerontes (cidadãos com mais de 60 anos) e os dois reis. Elaboram as leis da cidade que eram votadas pela Assembleia.
Éforos: formado por cinco cidadãos, tinham diversos poderes administrativos, militares, judiciais e políticos. Atuavam na política como se fossem verdadeiros chefes de governo.
Religião Espartana
Assim como em outras cidades da Grécia Antiga, em Esparta a religião era politeísta (acreditavam em vários deuses). Arqueólogos encontraram diversos templos nas ruínas de Esparta. Atena (deusa da sabedoria) era a mais cultuada na cidade.
Sociedade Espartana
Em Esparta a sociedade era estamental, ou seja, dividida em camadas sociais onde havia pouca mobilidade. A sociedade estava composta da seguinte forma:
Esparcíatas: eram os cidadãos de Esparta. Filhos de mães e pais espartanos, haviam recebido a educação espartana. Esta camada social era composta por políticos, integrantes do exército e ricos proprietários de terras. Só os esparcíatas tinham direitos políticos.
Periecos: eram pequenos comerciantes e artesãos. Moravam na periferia da cidade e não possuíam direitos políticos. Não recebiam educação, porém tinham que combater no exército, quando convocados. Eram obrigados a pagar impostos.
Hilotas: levavam uma vida miserável, pois eram obrigados a trabalhar quase de graça nas terras dos esparcíatas. Não tinham direitos políticos e eram alvos de humilhações e massacres. Chegaram a organizar várias revoltas sociais em Esparta, combatidas com extrema violência pelo exército.
Educação Espartana
O princípio da educação espartana era formar bons soldados para abastecer o exército da polis. Com sete anos de idade o menino esparcíata era enviado pelos pais ao exército. Começava a vida de preparação militar com muitos exercícios físicos e treinamento. Com 30 anos ele se tornava um oficial e ganhava os direitos políticos. A menina espartana também passava por treinamento militar e muita atividade física para ficar saudável e gerar filhos fortes para o exército.
Política Espartana
Reis: a cidade era governada por dois reis que possuíam funções militares e religiosas. Tinham vários privilégios.
Assembleia: constituída pelos cidadãos, que se reuniam na Apella (ao ar livre) uma vez por mês para tomar decisões políticas como, por exemplo, aprovação ou rejeição de leis.
Gerúsia: formada por vinte e oito gerontes (cidadãos com mais de 60 anos) e os dois reis. Elaboram as leis da cidade que eram votadas pela Assembleia.
Éforos: formado por cinco cidadãos, tinham diversos poderes administrativos, militares, judiciais e políticos. Atuavam na política como se fossem verdadeiros chefes de governo.
Religião Espartana
Assim como em outras cidades da Grécia Antiga, em Esparta a religião era politeísta (acreditavam em vários deuses). Arqueólogos encontraram diversos templos nas ruínas de Esparta. Atena (deusa da sabedoria) era a mais cultuada na cidade.
Fonte: http://www.suapesquisa.com
Atenas
Introdução
Por volta dos anos 500 e 400 AC, esta cidade, fundada há mais de 3.000 anos, era a mais próspera da Grécia Antiga e possuía um poderoso líder: Péricles. Nesta fase, a divisão hierárquica seguia a seguinte ordem: nobres, homens livres e uma grande quantidade de escravos que realizavam trabalhos como mercadores, carpinteiros, professores e marceneiros.
História e características sociais, políticas e econômicas
Por ser uma cidade bem sucedida e comercial, Atenas despertou a cobiça de muitas cidades gregas. Esparta se uniu a outras cidades gregas para atacar Atenas. A Guerra do Peloponeso (431 a 404 a.C.)durou 27 anos e Esparta venceu, tomando a capital grega para si, que, a propósito, continuou riquíssima culturalmente.
Alguns dos maiores nomes do mundo viveram nesta região repleta de escritores, pensadores e escultores, entre eles estão: os autores de peças de teatro Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes e também os grandes filósofos Platão e Sócrates.
Atenas destacou-se muito pela preocupação com o desenvolvimento artístico e cultural de seu povo, desenvolvendo uma civilização de forte brilho intelectual. Na arquitetura, destacam-se os lindos templos erguidos em homenagens aos deuses, principalmente a deusa Atena, protetora da cidade.
A democracia ateniense privilegiava apenas seus cidadãos (homens livres, nascidos em Atenas e maiores de idade) com o direito de participar ativamente da Assembleia e também de fazer a magistratura. No caso dos estrangeiros, estes, além de não terem os mesmos direitos, eram obrigados a pagar impostos e prestar serviços militares.
Hoje em dia, Atenas tem mais de dois milhões e meio de habitantes, e, embora tenha inúmeras construções modernas, continua com suas ruínas que remetem aos memoráveis tempos antigos. A cidade é um dos principais pontos turísticos da Europa
fonte: http://www.suapesquisa.com
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